É uma dor que parece tão interminável quanto meu amor por você. Uma dor que está tão indiscutivelmente visível a todos que não sei se consigo olhar nos olhos de outro alguém sem querer te encontrar. Me sinto tão fraca, cada dia piorando. Talvez eu me acostume com isso, mas não é o tipo de costume que eu gostaria de ter. Pode parecer - ou até ser - fraqueza, mas não gostaria de ver como alguém na mesma situação que eu se sairia. Não é algo que possa ser medido, escrito, explicado. As vezes me parece uma dor física e talvez nem meu corpo aguente mais tanta dor psicológica que me atinge. Mas mesmo com tudo o que vem me acontecendo, não deixo de acreditar. Não sei em que acredito, mas acredito com todas as forças que ainda me restam. Talvez eu esteja acreditando em algo que não vai se concretizar, mas... Se hoje só posso sonhar e imaginar, porque me privar dos únicos direitos que ainda tenho?sábado, 20 de março de 2010
Interminável.
É uma dor que parece tão interminável quanto meu amor por você. Uma dor que está tão indiscutivelmente visível a todos que não sei se consigo olhar nos olhos de outro alguém sem querer te encontrar. Me sinto tão fraca, cada dia piorando. Talvez eu me acostume com isso, mas não é o tipo de costume que eu gostaria de ter. Pode parecer - ou até ser - fraqueza, mas não gostaria de ver como alguém na mesma situação que eu se sairia. Não é algo que possa ser medido, escrito, explicado. As vezes me parece uma dor física e talvez nem meu corpo aguente mais tanta dor psicológica que me atinge. Mas mesmo com tudo o que vem me acontecendo, não deixo de acreditar. Não sei em que acredito, mas acredito com todas as forças que ainda me restam. Talvez eu esteja acreditando em algo que não vai se concretizar, mas... Se hoje só posso sonhar e imaginar, porque me privar dos únicos direitos que ainda tenho?quarta-feira, 17 de março de 2010
Deixo, hoje.
Minhas lágrimas são feridas que não conseguem cicatrizar, são dores sem hora para terminar, são acima de tudo, provas de que fases podem muito tempo durar e que com isso pode-se afastar a esperança de dentro de nós e nos focar nas lembranças de um tempo que lágrimas só de alegria eram derramadas e sorrisos fartavam meus dias. Mas esse tempo acabou. Acabou, acabou. Acabou. Tudo acaba. Acabou de uma forma barulhenta, mas começou passivo, tranquilo, sem mesmo me deixar perceber. Só sei que acabou, que doeu, que chorei. Sofri e por muitas vezes, morri. Deixo hoje, definitivamente, de sorrir.
sábado, 13 de março de 2010
In the darkness.
Na madrugada me sinto um pouco derrotada, sem encontrar explicações - muito menos soluções -, mas de algo tenho certeza (ou preciso ter): A noite faz parte de mim, e se nela e com ela choro, não estou sozinha. Ela embala meus pensamentos, me faz lembrar dos acontecimentos, dos bons e dos maus momentos. A noite me ajuda sem saber, não devo reclamar. É nela que busco minhas melhores palavras, que encontro meus medos e os venço. Sou parte da noite, então. Sou de tudo um pouco, talvez um pouco mais de escuridão.
Desamparada.
domingo, 7 de março de 2010
simplesversos
sexta-feira, 5 de março de 2010
Nosso jeito.
Não quero e não posso voltar a chorar. Preciso viver o hoje, esquecer de que amanhã meus braços podem não poder encontrar os seus, meus lábios ao procurar os seus podem ficar sem resposta. Meus olhos choram hoje por saber que o seu olhar pode não encontrar o meu amanhã. O amanhã poderia ser certo, poderia a nós pertencer. Seu olhar do meu poderia ser, sempre e sem restrição. Se dificuldades nos aparecem devemos lutar, mas o que fazer quando lutar pode ser em vão? Não pode, essa é a questão. Não pode estar sendo em vão. Minhas lágrimas não são em vão, portanto luta alguma quando perdida pode apagar o clarão da felicidade. Mas e se. Mas e se acontecer? Se o que não pode acontecer, aconteça? Não quero a escuridão de novo. Quero o seu olhar, os seus lábios. Quero seus abraços, seus carinhos. Quero o amanhã do nosso jeito, nos pertencendo. Quero as proibições de lado. Posso querer tudo e ao mesmo tempo nada. Se tudo quero o nada acontece. Se nada quero o tempo adormece e padece, lento. Não quero escuridão novamente por medo de que seu amor vá embora e novamente eu me perca perto de um abismo, onde sei que dessa vez não vou temer. Me atirar será fácil, assim como foi para os que me apresentaram a proibição e não relutaram ao me ver dos olhos lágrimas derramar.
O que não me faz bem.
Aquele nó na garganta que me impede de dizer o que nem eu mesma sei o que deveria dizer. É a agonia que me faz companhia, mesmo que agora ela tenha se juntado com a saudade. Pode ser porque sem você aqui eu fico junto a solidão que dá abrigo a sentimentos que eu prefiro não sentir. Eu preciso de você aqui pra me livrar do que eu temo e do que não me faz bem.
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